
TRANSCRITO DO LIVRO DE POESIA
UMA CANETA E UMA HISTÓRIA... / De Nivaldo Duarte.
- Em diversas ocasiões ouvi alguém dizer que:
É prisioneiro do
amor!
E isso, deveras me deixa perplexo! Como é que uma pessoa
pode se tornar prisioneiro do amor, se o amor tem o sentido de:
Liberdade, de leveza, de segurança, de realização.
- O que se interpreta acerca do amor é infinito. No entanto,
classificar o amor de prisão é no mínimo de mal gosto e falta de
inteligência.
Amor que faz alguém prisioneiro de si, não pode ser
classificado como amor verdadeiro.
- O amor não pode arder em ciúmes, ensoberbecer e agir de
forma egocêntrica.
Amor que é amor respeita a opinião e
direitos do outro... Não pensa unicamente em si.
Amar é saber
dividir e deixar que a liberdade se manifeste entre ambos.
diferenças são muitas, e na liberdade, é que se constrói uma vida
plena de boas realizações.
- Prisioneiros do amor! Espancam em nome do amor, acusam em
nome do amor, se dividem em nome do amor e alguns até matam
em nome do amor.
Quanta contradição! Em nenhum desses
exemplos se vê amor, e sim! Atitudes de pessoas desequilibradas
e mal amadas.
- Amar! Acima de tudo é; respeitar o direito do outro, pensar no
bem do outro, realizar-se mutuamente.
O amor está relacionado
em DAR-DOAR, e qualquer pretensão ou ação em desacordo com
estas duas palavras, tem conotação egoísta.
E o ego tem que ser
sufocado pelo amor, o amor tem que se sobressair a atitudes e
comportamentos próprio de quem tende a ficar no isolamento.
E aquele que se isola ou; vive como prisioneiro de alguém, está no
caminho errado.
O caminho do amor produz:
Alegria, força e esperança.
- Viva o amor na certeza de que a LIBERDADE é um direito de
quem ama.
Enquanto que, a prisão é feita para os indisciplinados,
que vivem a mercê de sua própria insensatez.
Do Livro UMA CANETA E UMA HISTÓRIA... / De Nivaldo Duarte.
prnivaldoduarte@hotmail.com
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